Primeiro Encontro Cheios de Raça

Equipe organizadora do evento!

Agradecimentos

Agradecemos à todos que apoiaram e participaram do nosso primeiro evento. Com certeza o primeiro de muitos!

Doações de Ração

Para que nossos peludos fiquem fortes e saudáveis, importante estarem com a barriguinha cheia. Aceitamos doações, entre em contato conosco.

Nossos Adotáveis

Lindos peludos porte P, M ou G à espera de um lar. Adotar é tudo de bom!

Final Feliz!

Alguns de nossos resgatados que encontraram um lar cheio de amor!

sexta-feira, 6 de maio de 2016

O Lar é temporário...Mas pode ser doce!

Olá! 

Para os amantes dos pets, a maior alegria é vê-los crescendo saudáveis e felizes, fazendo parte da família. Infelizmente, essa não é a realidade de grande parte dos gatos e cachorros brasileiros.

Todos os dias, centenas de animais são abandonados nas ruas, pelos mais variados motivos e acabam ficando à própria sorte. Na melhor das hipóteses, eles são recolhidos e levados para abrigos. Lá, em muitos casos, são obrigados a conviver em meio à sujeira, ao descaso, à superlotação e à falta de recursos. Uma forma de voluntariado muito importante é o lar temporário (LT), quando uma pessoa aceita abrigar em sua casa um cão ou gato enquanto ele espera por adoção.

Muitos protetores de animais têm praticado o conceito de lares temporários. Esses lares nada mais são do que casas de pessoas comuns, preocupadas com o bem-estar dos bichinhos e que podem oferecer hospedagem por dias ou meses, para cachorrinhos ou gatinhos à espera da adoção. Acolher um animal que não será seu pode parecer uma tarefa difícil, mas, na realidade, é um trabalho muito gratificante e que pode ser facilmente incorporado na rotina da maioria das pessoas.


Não é preciso cuidar de muitos bichos de uma só vez. Se cada voluntário cuidar de um ou dois, já estará contribuindo para que mais animais possam ser retirados de situações de maus tratos ou de abandono, facilitando também sua transição ao lar definitivo.

No caso, o lar temporário é muito valioso, pois além de oferecer conforto e carinho, torna-se uma necessidade já que há muitas situações em que o animal encontra-se em risco. Recém-nascidos, animais que precisam de alimentação especial ou que têm problemas de convivência sofrem ainda mais nos abrigos. Nos lares temporários, eles ganham a oportunidade de receber dedicação exclusiva.

Principais dúvidas

No entanto, há muitas dúvidas envolvendo esse tema, pois existem pessoas que desejam ajudar, mas ainda possuem algumas dúvidas:

  • Como posso ajudar sendo um lar temporário voluntário?
O primeiro passo é procurar uma organização séria ou protetores de sua cidade que compartilhem dos seus princípios, pois oferecer um lar temporário nada mais é do que doar seu tempo e sua atenção.

  • Quem arca com as despesas?
Isso também varia de entidade para entidade ou protetor. Porém, este é um acordo que pode ser previamente estabelecido no momento em que for se preparar para receber um animalzinho. Alguns protetores cobrem todos os custos do animal enquanto ele estiver no lar temporário, outros transferem essa responsabilidade para quem estiver cuidando-o. Dependendo da idade, o bichinho já pode vir castrado, vacinado e vermifugado. Mesmo assim, alguns protetores recomendam que se mantenha o novo morador longe dos animais que já vivem na casa, por segurança.

  • Preciso ter muito espaço?
Não é preciso ter um canil ou um gatil em casa para ser um voluntário! Um espaço pequeno, porém seguro e limpo já são suficientes. O mais importante nesse trabalho é ter boa vontade e disposição, pois além de cuidado e carinho, o bichinho vai precisar de banhos e higienização de suas necessidades. Para que a proposta tenha sucesso, todos os membros da família devem estar acordados no mesmo objetivo de ajudar.

  • E quanto tempo vou ficar com o animalzinho?
Não há como prever o tempo de estadia do animal em um lar temporário, ele é muito variável, dependendo do tipo do animal e de sua idade. Geralmente, os menores, mais novos e mais bonitinhos são adotados mais rapidamente, enquanto os já idosos, de porte grande ou deficientes podem demorar mais a serem adotados. Contudo, com a internet e as redes sociais, está cada vez mais fácil encontrar um adotante para os animais, visto que se pode atingir ampla divulgação.

Casas de Passagem

Existem também locais chamados de casas de passagem. Estes locais possuem essa terminologia, pois são pagas. Cada uma delas apresenta uma forma de receber o animal. Algumas cobram um valor em dinheiro para hospedagem, porém o responsável pelo animal deve custear ração e assistência veterinária. Há também as que praticam a inclusão destes custos no seu preço, o que o torna ainda mais elevado. 

Há ainda casas de passagem que cobram valores mensais e/ou diários e, caso o responsável dê assistência veterinária e ração, seu valor pode ser negociado. O porte do animal também pode ser levado em consideração para definição do valor a ser pago, bem como se está prenha ou amamentando.Geralmente estas casas de passagem possuem canil e/ou gatil. Esta estrutura é necessária para abrigar os animais de forma adequada, pois costumam receber hospedes em maior número.

Cotidiano de um Lar Temporário Voluntário

Para conhecer mais sobre o cotidiano de um lar temporário, realizamos uma entrevista com a voluntária Regina Beatriz Alano, moradora da cidade de Porto Alegre e que, sempre que possível, abre as portas de sua residência para abrigar animais em situação de risco.

Cheios de Raça - O que é um lar temporário para você?
Regina - Lar temporário é um conforto, um carinho, uma solução para amenizar o sofrimento.

Cheios de Raça - Quando você decidiu ser um lar temporário? Por quê?
Regina - Quando uma amiga postou uma foto de dois bebês abandonados nos fundos de uma escola, sofri com o desespero da pessoa que estava pedindo um lar. Quando vi a foto conversei com a pessoa, que no caso era Carine Frank, onde me prontifiquei a abriga-las. Uma morreu na noite anterior e abriguei apenas uma delas. Junto com ela veio mais de 60 carrapatos e muita sarna.

Cheios de Raça - Como o animal chegou até você?
Regina - A própria Carine trouxe.

Cheios de Raça - Quantos animais você já deu abrigo temporário?
Regina - Já abriguei quatro animais, mas um de cada vez.

Cheios de Raça - Você já abrigou quantos cães ou gatos ao mesmo tempo?
Regina - Tenho condições, por falta de espaço, de abrigar um de cada vez.

Cheios de Raça - Como é ter esse compromisso na sua rotina?
Regina - Não mudou muito minha rotina. A Smigol foi a primeira, então eu não estava tão organizada. Já me preparei mentalmente para que esse processo fosse tranquilo e não um desastre. (risos)

Cheios de Raça - Você percebe que faz a diferença para estes animais?
Regina - Sim, pois depois que a gente vê eles felizes e fazendo festa depois de recuperados, não tem preço.

Cheios de Raça - Você já reencontrou um adotado que você recebeu em lar temporário?
Regina - Sim, dos quatros que passaram por aqui só não tenho noticias de uma que foi para Novo Hamburgo. Faço amizade com as adotantes antes e, caso eu perceba o adotante não se encaixe nos requisitos de cada caso, converso com o protetor.

Cheios de Raça - O que você deixa de mensagem para as pessoas que pensam em ser fazer lar temporário voluntário?
Regina - Não tem explicação, pois aquela vidinha depende de você. Então você cuida, da vida nova para esse animalzinho carente, indefeso e depois ser recompensada com a carinha alegre não tem preço. Muito bom, simplesmente maravilhoso!

O lar temporário é importante porque permite que os protetores voluntários atendam mais animais e não tenha que devolvê-los às ruas. O cão ou gato fica em segurança, recebendo cuidados, até ter um lar definitivo. Muitas pessoas se mobilizam ajudando com ração, medicações, sendo padrinhos de um bichinho. O LT é uma forma de ajudar, oferecendo tempo e carinho. Nós do Cheios de Raça somos pessoas comuns, não possuímos estrutura para o resgate de animais. Contamos muito com os lares temporários, para que cada vez mais, possamos atuar cada vez mais.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Encontrei um animal de rua. O que posso fazer?



Olá!

Encontrar um animal na rua é uma das situações mais difíceis para qualquer pessoa que se sensibiliza com a dor e o sofrimento dos que vivem as margens da sociedade, em uma realidade que parece ser invisível. No caso dos animais, é uma questão ainda mais dramática, pois eles não têm voz e suas vidas são muitas vezes vistas como de menor importância.

Infelizmente, é muito mais comum encontrar animais nas ruas do que gostaríamos que fosse, já que vivemos em um descontrole total quanto a natalidade dos animais que moram nas ruas. Não há políticas públicas suficientes que lidem com a problemática e a sociedade civil continua abandonando e permitindo que os animais procriem sem nenhum plano posterior quanto aos filhotes.

Chegamos ao ponto que, apenas no Brasil, segundo a Organização Mundial da Saúde, são 30 milhões de animais abandonados, sendo 20 milhões de cachorros e 10 milhões de gatos. Para cada cinco habitantes, há um cachorro abandonado.
Se você se sensibilizou com um animal e quer ajudar, saiba que é possível. A questão é que não fazer nada e se omitir também é fazer parte do problema. Confira uma lista de soluções para as questões mais comuns sobre o tema.



Encontrei um cachorro na rua, o que posso fazer?

Primeiro e mais importante passo é não deixá-lo desamparado. Leve-o ao veterinário para garantir que a saúde do animal esteja bem e para oferecer o tratamento que ele precisa. 
Vaciná-lo, vermifugá-lo e principalmente esterilizá-lo, evitando assim crias indesejadas e mais abandono.  Nesse caso, é você quem paga a conta no veterinário.

Capturando o animal...

Nem sempre o animal estará disposto a ir de primeira quando você chamar. Ninguém nunca sabe o nível de abuso que um cachorro ou gato podem ter sofrido no passado então muitos podem não confiar em humanos.

Uma técnica muito usada é levar alguma comida para que o animal venha até você com mais facilidade e ter paciência para persistir.
Para o transporte, leve uma caixa de transporte (se possuir uma) e garanta que terá uma carona para o veterinário e outros caminhos necessários.

Castrar o animal é primordial!

Um animal não deve nunca ser disponibilizado para adoção se o mesmo não estiver castrado e ponto final. Deixá-lo sem ser castrado não ajuda em nada, pelo contrário, só perpetua um ciclo vicioso que é o que justamente devemos combater. 

Caso você não tenha recursos financeiros para pagar uma castração, há prefeituras que disponibilizam castração gratuita, há mutirões realizados pela sociedade civil que também oferecem castração e há médicos veterinários e clínicas que fazem a castração por um preço mais acessível. Se informe, seja na internet ou no seu bairro, aonde é mais em conta para castrar o animal. A castração é um ato de amor!

Não tenho dinheiro para resgatar/pagar o tratamento de um animal, o que posso fazer?

Se você não tiver o dinheiro para custear o veterinário, possíveis remédios, a castração e a alimentação, considere trazer seus familiares e amigos para a causa. Efetuar uma rifa, fazer uma vaquinha virtual também podem levantar dinheiro para o cuidado geral do animal.

Considere oferecer um lar temporário ao animal!

Enquanto o animal ainda está em tratamento, você pode levá-lo para a sua casa e oferecer um lar temporário. Mesmo que não possa se comprometer a longo prazo com a adoção, por qualquer motivo que seja, ele estará amparado até que você encontre alguém para adotá-lo.

Não tenho espaço na minha casa/apartamento para resgatar um animal, como faço?

Nesse caso você pode procurar com algum amigo ou parente alguém que tenha um local que sirva de abrigo para que o cachorro ou gato possa, por enquanto, ser acolhido.

 “Não tenho tempo para resgatar um animal” ou “Trabalho o dia inteiro e não posso resgatar um animal”.

Nesse caso, você pode contar com a ajudar de seus pais, amigos ou familiares que poderão dividir o fardo com você e cuidar pelo menos por um período do dia ou da semana do animal.

Para quem tiver uma condição financeira melhor, há creches que cuidam dos animais e também há os hoteizinhos pets que aceitariam ficar com o animal durante o dia (lembrando que esses serviços são pagos).

Mesmo que o animal precisar ficar por mais tempo sozinho em sua casa, ainda assim é melhor que na rua. Para compensar o tempo que ele fica sozinho, não deixe de passear e dar atenção quando chegar.

E se eu castrar e devolver o animal às ruas?

Há um método chamado C.E.D (Captura, Esterilização e Devolução) que visa diminuir as matilhas e colônias de gatos ao castrar os animais e devolvê-los as ruas. O processo envolve a captura, esterilização, recuperação após a cirurgia e a devolução do animal ao seu território de origem.

Obviamente o ideal é que os animais tenham um lar, porém esse método visa especificamente o controle populacional dos animais que vivem nas ruas que, se deixados sem castração, podem produzir literalmente milhares de filhotes em uma questão de poucos anos.
Ele já ocorre em muitos países desenvolvidos e representa pelo menos uma maneira de remediar a situação catastrófica dos animais abandonados nas ruas brasileiras.

Não deixe de oferecer comida e água aos animais de rua!

Morrendo de fome, muitos animais de rua estão desesperados por um prato de comida e uma tigela de água. Sempre que possível, disponibilize alimentação e água. O Projeto Patinhas – RS faz justamente isso. Eles disponibilizam pequenas estações com tigela de água e ração, e colocam em locais estratégicos da cidade, como centros e praças. Conheça mais sobre o projeto através da página facebook.com/projetopatinhas

Como resgatar se eu vejo um animal a cada esquina?

Realmente, o resgate de animais, ainda mais em um país como o Brasil, que sofre de um completo descontrole de natalidade, é uma tarefa mais que difícil. É duro saber que você sozinho não conseguirá mudar a vida de cada um dos animais que vê nas ruas.

O mais importante é seguir em frente, fazer a sua parte, seja ela pequena, mobilizar quem você conhece, conscientizar e disponibilizar informação. Há muitas outras formas, fora o resgate, de se ajudar a causa animal, mas sem dúvida uma única vida que você salva através da adoção já é incrível.

Apesar de uma voz ser pouco, muitas juntas clamando por mudanças nas leis e mais assistência aos animais um dia surtirá efeito.

Cheque se o animal tem sinais de ter uma casa e estar perdido!

Pode ser que o animal que você encontrou na rua esteja perdido. Confira se ele tem uma coleira ou se está tosado. Ao levá-lo no veterinário, peça para ele checar se o animal tem um microchip ou se alguém nas redondezas está procurando por um cachorro ou gato com essas mesmas características físicas.

Há sites na internet que abrem a possibilidade para as pessoas não só divulgarem online os seus próprios pets que se perderam/fugiram, mas também divulgarem animais que encontraram na rua para que os donos atuais consigam achá-los.

Há muitas pessoas que, se o animal for de uma raça específica, escolhem mantê-los, mesmo quando eles têm todos os sinais de pertencerem a uma família. Por favor não façam isso! Pense que há uma família que está sofrendo, preocupada e que e sente falta de seu pet e o animal, por sua vez, também sente falta e gostaria de estar junto com sua família original. É injusto e, principalmente, deve-se ter a consciência que aquele animal não pertence a você.

O que fazer se achei uma caixa cheia de filhotes?

Nesse caso, leve em consideração que se aqueles animais não forem resgatados o quanto antes, seus corpos frágeis muito provavelmente perecerão logo. Os filhotes só podem ser desmamados no mínimo após 45 dias com a mãe, além disso você será responsável pelas vacinas, remédios típicos para a idade, assim como os cuidados especiais.
Antes de doar os filhotes, é de suma importância que eles estejam castrados ou que os futuros tutores se comprometam a castrá-los em até 6 meses através do termo de adoção. Se em 6 meses os tutores não os tiverem castrado os animais, você poderá reaver os filhotes e então castrá-los e colocá-los novamente para adoção.
Disponibilizar um animal para adoção, sem ser castrado, e deixar por isso mesmo, é tapar o sol com a peneira.

Posso ligar para alguma ONG ou protetor para vir buscar o cachorro ou gato?

Lembre-se que as ONGs são compostas de protetores e voluntários que realmente se doam para os animais, muitas vezes se endividam para conseguir salvar mais uma vida, realizam resgates difíceis e aguardam até que os mesmos possam ser adotados. Ou seja, pessoas normais, com vidas normais, como você.

Posso levar para vocês?

O Projeto Cheios de Raça não possui abrigos para receber animais. Os animais anunciados na nossa página estão hospedados em lares temporários de voluntários. Alguns estão internados em clínicas veterinárias e outros estão hospedados em casas de passagem pagas. Se você resgatou um animal, o melhor é você hospedá-lo temporariamente até encontrar um novo lar para ele.

Há algum órgão que recolha os animais da rua?

Não! Os abrigos existentes além de estarem lotados estão sempre precisando de ajuda, pois o abandono de animais é muito maior que as adoções. As despesas são imensuráveis e a ajuda que recebem é insuficiente para suprir suas necessidades impedindo que possam ajudar e receber outros animais.

Já pensou em você mesmo adotar um animal...

A adoção é um ato de amor e uma das atitudes mais nobres que um ser humano pode fazer por um outro ser. Costumamos sempre dizer que o tutor ganha muito mais do que o próprio pet, já que a relação de amor e companheirismo que o animal oferece é algo que não se compra e nos ensina muito sobre a vida e sobre nós mesmos.

Como colocar um animal para adoção?

Você pode divulgá-lo primeiro para as pessoas que confia, no seu ciclo íntimo de amigos e parentes, pessoas que você sabe que seriam boas como tutores.

Caso ninguém possa ou queira adotar, a internet é um bom meio para divulgar que aquele animal se encontra para adoção. Peça para que os seus amigos nas redes sociais divulguem e compartilhem a informação. Envie os dados para sites específicos de adoção.

O que deve constar no post?
- Fotos (se possível)
- Dados do animal (nome, raça, sexo, idade, porte, cor, temperamento, saúde)
- Seus contatos (nome, telefone, e-mail e região em que você mora)

Consegui uma pessoa para adotar o cachorro/gato, e agora?

O cachorro está tratado, bem de saúde, castrado e pronto para ser adotado. Antes de tudo, converse com ele (a) e pergunte se a pessoa já teve cães ou gatos, se entende sobre posse responsável, etc. É nessa primeira entrevista que você sentirá se a pessoa é séria e está apta a receber o animal. Claro que entrevistas podem enganar, mas você não pode simplesmente entregar o animal para qualquer um e ela de fato é a única maneira de analisar o possível tutor.

O adotante deve assinar um termo de responsabilidade que irá cuidar e proverá tudo que o animal precisa para ser feliz e saudável.

Você deve checar, depois de alguns meses, se o animal ainda está bem. Entre em contato com o animal e peça para vê-lo. Caso ele não esteja bem, você pode reavê-lo, já que tem o termo assinado.

Para sempre ele será sua responsabilidade.
*Caso precise de um modelo de termo de adoção, entre em contato com a gente, podemos te ajudar!

IMPORTANTE LEMBRAR SOBRE RESGATE DE ANIMAIS:

Não existem órgãos que possam recolher animais. O que a maioria das pessoas faz é resgatar e colocá-los em suas próprias residências para tentar doá-los. Pedir que as ONGs recolham todos os animais das ruas não é correto pois quem trabalha nesses projetos é voluntário. Os recursos são provenientes de doações e, na maioria das vezes, os voluntários colocam dinheiro do próprio bolso.

Um animal não é um objeto que pode ser descartado. Ao adquirir um animal, a pessoa deve ter a responsabilidade de analisar se poderá ficar com ele até o fim da vida, proporcionando bem-estar, alimentação, abrigo e assistência veterinária.

Seria interessante fazer uma visita a um abrigo de animais resgatados e abandonados. Todos precisam entender a realidade desses animais e dos abrigos, que fazem de tudo para conseguir sustentar tantos animais carentes.

Há várias cidades, cujos administradores estão respondendo pelo crime de maus-tratos cometidos no canil respectivo. O cidadão que deixa seu cão no canil municipal pode ser igualmente processado, pois estava ciente do extermínio do animal e mesmo assim o deixou ali. A nossa legislação, se for respeitada, não permite que se extermine um animal sadio.

A população precisa entender que as associações não são as responsáveis pelo grande número de animais abandonados. Os culpados são aqueles que largam os animais nas ruas, além do poder público que nada faz a respeito.


Abandonar um animal é crime!

terça-feira, 5 de abril de 2016

Concurso Pet Cheio de Raça

Olá! 


Em março lançamos um super concurso cultura. Começou a brincadeira! Quem receber mais curtidas vai ser o vencedor do concurso Cheios de Raça!



E com 475 curtidas, o nosso Pet Cheio de Raça, vencedor do concurso é o...
DOMINIC TORETTO
DOMINIC TORETTO! 

🐱🐱Pedimos que entre em contato com a gente pra combinarmos a entrega do super kit Cheios de Raça! E postaremos aqui na página o envio e posteriormente o recebimento do prêmio pelo DOMINIC TORETTO! 
😍😍😍Esse é apenas nosso primeiro concurso cultural! Muito em breve lançaremos outros pra todos poderem se divertir e compartilhar mais histórias lindas!
Esse é apenas nosso primeiro concurso cultural! Muito em breve lançaremos outros pra todos poderem se divertir e compartilhar mais histórias lindas!
Agradecemos a participação de todos!
Não temos dúvidas de que o que não falta é raça nesses lindos!

domingo, 3 de abril de 2016

1º Encontro Cheios de Raça!



É com honra que divulgamos hoje a data do nosso 1º ENCONTRO CHEIOS DE RAÇA! Eeeeeeeeee! Vem com a gente!!!

Vai ser dia 17/04/16, a partir das 14h, na Praça Décio Rosa, no bairro Cidade Nova, em Canoas.

Teremos diversas atrações como: desfile pet, brechó, atividades infantis, espaços pra sentar e curtir a praça, a participação super especial da nossa Betina Sincera e muito mais!

O objetivo principal do evento, além de encontrar um monte de gente bacana, é arrecadar ração, medicamentos, jornal, potes plásticos, etc. Produtos que serão destinados para a manutenção dos nossos lares temporários voluntários. Dessa forma, ajudamos a manter esse ciclo e conseguiremos resgatar das ruas mais animais, que terão a super chance de ter um lar! 

Estão todos convidados! Todos mesmo! O evento vai ser aberto ao público e gratuito!

Traz o chimas, a cadeira e vem passar essa tarde com a gente!